Nada mais transformador em nossas vidas que essas pequenas
criaturas em tamanho, mas gigantescas em nossos sentimentos.
A criação dos filhos envolve-nos em tempo integral. Sempre
nos doamos em busca do melhor e invariavelmente somos submetidos à necessidade
de escolher.
Nós nos cobramos a perfeição, embora nunca iremos atingi-la.
Mas é preciso escolher!
Muitas vezes, por insegurança, damos ouvido à opinião de
amigos, vizinhos, familiares que apesar de bem intencionadas, nem sempre
correspondem às nossas expectativas ou com a verdade científica atual.
Usar cinteiro, fazer curativo no umbigo? Dar banho frio,
quente, não dar banho à noite? Oferecer chá aos pequeninos? Amamentar? Usar
bicos e mamadeiras?
As questões acima são corriqueiras já no primeiro dia de
vida. São muitas as dúvidas que pairam em nossa mente tão logo entregam nosso
filho no colo e dizem: “Vai, vocês estão de alta”.
Para onde correr?
Minha intenção é ser o seu destino, é transmitir segurança
aos pais e familiares, é ser não somente o médico de seu filho, mas um amigo ao
seu alcance no consultório ou pela vida.